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terça-feira, 29 de junho de 2010

Um mail que me mandaram:


Sócrates: Jesus, estou totalmente arrependido e gostaria de redimir meus pecados.
Jesus: Esta bem. Que tens feito?

Sócrates: Depois de estes meus anos de governo estou deixando o povo arruinado e na miséria...
Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Traí o povo que me deu os seus votos!
Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Economizei verbas da Saúde, da Educação, da Segurança, etc. etc., as quais foram encher os bolsos de alguns.
Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Comprei carros topo de gama para a Assembleia, para os magistrados e tantos outros.
Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Protegi as roubalheiras do Vara, do Godinho, do Rendeiro, do Jardim, do Oliveira Costa e tantos outros.
Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Permiti que alarves como o Mexia, Pedro Soares, Zeinal, Coelho, e mais uma mão cheia deles fossem agraciados com chorudos prémios com verbas tiradas do bolso do contribuinte.
Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Pus à cabeça dos Ministérios autênticos alarves que só fizeram burricadas na Educação, na Saúde, na Segurança, etc..
Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Mancomunei-me com Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, com o Procurador Geral da República e outros tantos biltres da sua igualha, para que dessem cobertura às minhas manigâncias.
Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Meti-me naquela alhada dos exames feitos ao Domingo, nas casas lá na Parvónia, no Freeport, nas sucatas, no TGV, na nova ponte, e em outras tantas que não vale a pena enumerar...
Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Dei apoio ao Hugo Chavez, o maior bandido da América Latina.
Jesus: Dê graças ao Pai!

Sócrates: Mas, Jesus, estou realmente arrependido e a única coisa que Vós tendes para me dizer é: "Dê graças ao Pai"?

Jesus: Sim, agradece ao Pai por eu estar aqui pregado na cruz, porque senão desceria dela para te encher de porrada, seu ignorante, analfabeto, deslumbrado, traidor, ladrão sem vergonha, mentiroso, golpista, corrupto, aproveitador.... Vai trabalhar, vagabundo!!!!!


Créditos: Cartoon de Pedro K. no jornal “Meia Hora” de 25/7/2008

sexta-feira, 26 de março de 2010

A Carbonara estava óptima, vai mais um bocadinho?

Que grande CARBONARA jantou hoje o Parque Eduardo VII


Grão Chefe
homenageia o 14º aniversário de
S.A.R. O Príncipe da Beira
com um prato
especial
de
CARBONARA


O que começou por ser um “inocente” grupo de facebook com um nome até bastante sugestivo, Carbonara – Movimento Monárquico para as Massas, ao qual tive alguma resistência em aderir dado que o nome não conseguiu alcançar os meus insights mais profundos, revelou-se, há cerca de 3 horas atrás (desculpem se não estiver a ser totalmente precisa), um grupo de acção bastante audaz e destemido que, para minha perplexidade, conseguiu hastear em pleno coração de Lisboa, mais precisamente no Parque Eduardo VII, a uma quinta-feira (que até costuma ser um dia movimentado face à la moviada nocturna), uma bandeira monárquica gigantesca com aproximadamente 8 metros.

Este grupo de acção - cujos membros desconhecemos – descrevem-se como um grupo que não reflecte, não debate, não organiza conferências nem seminários, e principalmente, não doutrinam – AGEM.

Desde já os meus Parabéns aos corajosos! Seguem-se as imagens que alguns membros d'O Sensitivo recolheram numa piquena excursão ao Parque Eduardo VII. Peço desculpa pela qualidade das imagens mas o vento, a luz e até a própria câmara, não estavam a nosso favor.







Será que a Carbonara vai passar a integrar o menu principal do Eleven?

quarta-feira, 3 de março de 2010

"O Futuro da Democracia em Portugal nos 100 anos da República"


Caríssimos,



Hoje, dia 3 de Março (quarta-feira), pelas 21h15, o grupo de jovens ALA NUN’ALVARES PEREIRA convida-nos a estar presentes na sua primeira conferência de 2010, no Palácio da Independência.



"O futuro da democracia em Portugal nos 100 anos da república", o tema escolhido, será debtido pelo orador convidado, Prof. Doutor Miguel Morgado (professor universitário e autor do blog O Cachimbo de Magritte).


A entrada é livre, alguém alinha?

domingo, 27 de setembro de 2009

Somos ressabiados...

Estamos a discutir se o PSD tinha alguém capaz de ganhar isto...

Eleições

O Sensitivo em peso em casa do Australopithecus a especular para onde iremos emigrar nos próximos 4 anos.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Festa:

Festa a bordo do S. Jorge



Vem festejar de forma diferente a noite de 4 para 5 de Outubro de 1910, a bordo do cacilheiro de festas S. Jorge, onde centenas de pessoas se vão divertir pela noite fora ao som das músicas mais emblemáticas das últimas décadas.

O embarque será às 22h do dia 4 no Cais Fluvial de Belém, prolongando-se a festa até as 4h do dia 5.

Haverá diversas paragens no mesmo cais entre as 22h e as 4h, sendo que às 00h30m haverá um embarque no Cais do Terreiro do Paço.

A Festa Azul e Branca promete ser um verdadeiro sucesso.

Cada pulseira custa 20€ e dá direito a 2 bebidas brancas e cocktail de boas vindas.

Dress code: Casual chic

Reserva já o teu lugar na festa do ano.

Pulseiras à venda pelos telefones: 916869146 ou 213428115.

Para mais informações não hesites em contactar os ConjuradosXXI

www.conjuradosxxi.blogspot.com

terça-feira, 15 de setembro de 2009

ROYALTY IS THE BEST POLICY

A designer Lidjia Kolovrat inaugurou a semana passada, dia 9 de Setembro, a exposição – “Royalty is the Best Policy”, uma mostra que pretende questionar a relação actual dos portugueses com a liderança.

Será que os portugueses sentem falta da realeza?

“Há uma necessidade intrínseca de a ter presente. A sua herança perdura numa nostalgia que reflecte os valores nobres de tempos passados.” Lidjia Kolovrat

Em exibição até ao final deste mês no Museu do Design e da Moda (MUDE).

domingo, 26 de abril de 2009

"PORTUGAL, HOJE: O Medo de Existir" de José Gil


Após uma leitura atenta do livro “ Portugal, Hoje: O Medo de Existir” de José Gil, constatei que o autor tenta enquadrar toda uma série de características tipicamente portuguesas, embora estereotipadas, num contexto histórico, político e psicológico.

Isto é, tenta explicar diversas características da personalidade base portuguesa através dos acontecimentos histórico-políticos que marcaram física e psicologicamente a vida da nação.

Assim, para José Gil, o facto do português ser sonhador, idealista, sentimentalista, individualista, supersticioso, crente na sorte e nas soluções milagrosas, o facto de gostar de ostentar o luxo e a riqueza, de ter propensão para evitar todo o tipo de conflitos e para se desresponsabilizar, de ter uma enorme capacidade de adaptação, assimilação e tolerância, o facto de ser detentor de um enorme sentido de ridículo e de um forte espírito crítico, assim como o horror desmesurado que tem pelas opiniões alheias...não são mais do que consequências de um nevoeiro inconsciente, provocado por acontecimentos históricos mal digeridos como a Batalha de Alcácer Quibir e o Salazarismo, que nos tolda o espírito impedindo-nos de agir e de nos inscrevermos.

Em primeiro lugar, e com todo o respeito para com um dos 25 maiores pensadores do mundo inteiro eleito pela revista “Le Nouvel Observateur”, considero que José Gil não foi feliz ao generalizar os Portugueses; em segundo, não partilho da opinião que a personalidade dos portugueses resulte apenas de factos históricos marcantes, pela negativa, que não foram bem exorcizados no seu tempo e que por isso se entranharam inconscientemente na personalidade dos portugueses passando assim de geração em geração.

Para mim, a personalidade portuguesa é um misto de diversos factores e elementos culturais herdados de um riquíssimo passado histórico marcado pela interacção com as mais variadas culturas. Desde os povos do Norte da Europa, Mediterrâneo e Norte de África, passando pelos povos oriundos dos novos mundos da época dos descobrimentos, culminando agora com a entrada para a União Europeia.

A cultura, e consequentemente a personalidade dos portugueses, não é muito mais do que essa mistura de genes e culturas com as mais variadas proveniências. Costuma-se dizer até que o gene português é um gene raro e único devido à enorme miscelânea de ascendência que contém.

Assim, o facto dos portugueses serem desta ou daquela forma não resulta apenas de acontecimentos traumáticos e mal resolvidos do passado. Não querendo com isto tirar-lhes a importância que tiveram, não há dúvida que a Batalha de Alcácer Quibir e o Salazarismo deixaram marcas profundas entranhadas no espírito e pele dos portugueses, apenas acho que é errado apenas focar esses dois acontecimentos negligenciando todas as interacções riquíssimas que a nossa situação geográfica e o espírito aventureiro e destemido dos portugueses nos proporcionaram enriquecendo de maneira única nossos genes e, consequentemente, a nossa personalidade.

Outra das críticas que tenho a fazer ao livro de José Gil é o facto de ele se concentrar apenas no lado negativo das coisas. Os portugueses são invejosos, cobardolas, aceitam sem protestar as decisões incoerentes dos governos, não têm voz, têm uma cultura geral a rojar o chão, o tamanho do seu pensamento é pequeno e proporcional ao tamanho do país, criticam o país sem apresentarem nem tentarem arranjar soluções e toda uma vasta lista de aspectos negativos.

De facto, é verdade, todos os aspectos e características apontados por José Gil no seu livro correspondem, de uma maneira ou de outra, após uma observação cuidada do comportamento dos portugueses, à realidade. Contudo, na minha opinião, não é uma verdade colectiva, não podemos cair no erro de generalizar. Pois os “defeitos” de uns não têm que ser necessariamente o “defeitos” de outros. Não querendo com isto desresponsabilizar-me ou excluir-me de um todo do qual me orgulho, que é o ser portuguesa.

Para além disso se uma das nossas características mais singulares é um estranho sentimento ao qual chamamos saudade, não é com este tipo de livros que nos desacreditam que vamos erguer a cabeça, andar para a frente e deixar de suspirar por glórias passadas. Não acredito neste “acordar para a vida” tão negativo, os portugueses precisam de incentivos positivos, precisam de ter orgulho no seu país, precisam de ter um sentimento que tanto invejo aos Norte-Americanos que é o patriotismo, não aquele patriotismo de extrema direita, mas sim um patriotismo saudável, orgulho em ser português e ambição de fazer mais pelo país e ser reconhecido pelos seus.

Gostava de ver os portugueses com orgulho nas suas raízes, na sua cultura, portugueses que acreditam que o país tem futuro, gostava também que publicassem livros e editassem artigos que em vez de nos deitar a baixo nos elevassem, e que nos mostrassem a luz ao fundo do túnel.

E José Gil, com toda esta negatividade, acaba por se rever no que escreve, não passa de mais um daqueles portugueses que criticam mas que não apresentam soluções, aliás, que se desresponsabilizam passando essa “tarefa” para a mão dos governantes. Afinal, quem é José Gil, se não mais um daqueles portugueses “chico-espertos” que gostam de falar, mas quando chega a altura de agir, enterram a cabeça na areia e passam a responsabilidade para os políticos, políticos esses a quem designam de incompetentes?

Se José Gil tem vontade de alertar os portugueses para o perigo do nevoeiro, se quer ter o papel de Messias que vai salvar a nação dos perigos da não-inscrição, então podia começar ele próprio por apresentar soluções claras e coerentes. Como dizia Mahatma Gandhi “ Devemos ser a mudança que queremos ver no mundo”.

Em jeito de conclusão, e apesar de todos os comentários acima, achei bastante interessante o modo com José Gil abordou e explicou a personalidade dos portugueses recorrendo a factos histórico-políticos traumáticos do passado, confesso até, que nunca me tinha ocorrido pensar Portugal e os portugueses desse prisma.

Considero também que José Gil tem uma linha de pensamento bastante coerente e lógica, que nos leva a reflectir sobre nós e a nossa maneira de estar no mundo, contudo acho que o autor se concentrou mais numa crítica à sociedade e à política portuguesa, do que propriamente numa análise e reflexão dos motivos que nos levaram a desenvolver esta personalidade tão única em diversos aspectos, dos quais apenas menciona os menos positivos.

sábado, 25 de abril de 2009

Menino-Guerreiro à (re)conquista do Castelo de São Jorge!

Meus caros deputados da bancada Sensitivo-Psiquiátrica.

Foi com grande confiança, muito pouca modéstia e alguma tecnologia, que Santana Lopes anunciou a sua candidatura à Câmara de Lisboa para as próximas eleições autárquicas.

Ao que parece, a sede de poder do nosso “Menino-Guerreiro”, vem de fonte inesgotável. Como se não bastasse a humilhação e quase morte política que sofreu – ao ter sido destituído do cargo de Primeiro-Ministro pelo nosso “querido” ex Presidente Cabeça de Lâmpada – ele regressa agora à cena política como cabeça de lista de uma miscelânea, pouco improvável, de partidos: PSD, CDS-PP, Partido da Terra e PPM.

O “Menino-Guerreiro” promete ainda:

- Combater por um único aeroporto em Lisboa.
- Vetar o actual processo de modificação do Porto de Lisboa.
- Defender uma terceira forma de travessia do Tejo, apenas ferroviária.
- Reabilitar a cidade.
- Apostar na sustentabilidade energética.

Isto é o que eu chamo ter mais vidas que um gato!

Quem serão os seus opositores?

Aposto na Helena Roseta como Independente, Ruben Carvalho pelo PC, Luís Fazenda pelo Bloco e Garcia Pereira pelo MRPP.

O que dizeis caros deputados?