Mostrar mensagens com a etiqueta Teixeira dos Santos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Teixeira dos Santos. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Coisas que não devem passar despercebidas


“A agência de ratings internacional Moody's acaba de colocar a dívida portuguesa em alerta negativo.Numa nota publicada pela agência Reuters, a agência mudou a perspectiva do rating Aa2 da dívida da República Portuguesa de estável para negativa.Segundo a Moody's, esta alteração «reflecte não só os desafios económicos estruturais que o país enfrenta, e que têm sido exacerbados pela crise económica global, mas também a aparente falta de motivação dos responsáveis políticos para os combater».”

O resto da notícia aqui. Espero que os senhores da imagem comecem a fazer algo para que daqui a uns meses Portugal não veja o seu rating cortado.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Não tenho coragem de não vos pôr a ler isto.

Pelo que tenho ouvido, o benefício da dúvida de jornalistas e comentadores vai apenas para os novos ministros. Ninguém o diria há um mês e meio, mas afinal os ministros do anterior governo não são assim tão recomendáveis. Ana Jorge ‘é marketing’, Santos Silva excessivamente conflituoso. Luís Amado aprecia em demasia alguns malfeitores internacionais. Há um excesso de obras públicas planeadas por Mário Lino.

Com uma excepção: Teixeira dos Santos, que, dizem, por razões que escapam ao meu entendimento, é um bom ministro. Vamos devagarinho. É necessária, desde que Guterres escavacou as contas públicas, uma consolidação orçamental. A consolidação orçamental apenas se faz com redução da despesa pública (o próprio Teixeira dos Santos o reconhece). Teixeira dos Santos é o responsável por orçamentos que, em termos reais, aumentaram a despesa pública todos os anos. Conclusão: Teixeira dos Santos tem tornado mais difícil consolidar as contas públicas. (Vamos esquecer por agora o aumento dos impostos que conseguiu pôr o défice orçamental abaixo dos 3% e que tem consequências perniciosas a todos os níveis). Mas foi um bom ministro, dizem, e as expectativas são de que fará um bom trabalho. E dizem-no sem rir nem corar de embaraço.