terça-feira, 28 de setembro de 2010
Uma pequena esperança cá por dentro
sexta-feira, 28 de maio de 2010
José Sócrates: Princípio do fim?

Desde 1991 que o PSD não conseguia um resultado que permitisse estar tão perto da maioria absoluta. PS tem o pior resultado desde que Sócrates é líder.
"Maioria absoluta". As duas palavras que o PSD não pronuncia, nas urnas, desde 6 de Outubro de 1991 estão ao alcance de Pedro Passos Coelho.
O barómetro de Maio da Marktest, para o Diário Económico e TSF, retrata a perda de intenções de voto à esquerda e uma subida substancial à direita, com destaque para o PSD que ganhou no último mês quatro pontos percentuais e alcança agora os 44%, o PS que cai seis pontos para os 28% - o valor mais baixo desde que José Sócrates é líder - e o CDS que resiste à subida dos social-democratas e passa de cinco pontos em Abril, para os 8% em Maio.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Passa Coelho|
Em Portugal, tal como nos EUA era preciso (em Portugal, ainda é) alguém que salvasse (salve) a política da descrença e da ridicularização extrema. Era mesmo preciso um Obama português! Um Obama que dissesse que é preciso mudar, mas dizê-lo daquela maneira que só ele sabe! Porque: sim, podemos! Claramente não se adequa a um slogan vencedor! Talvez mais a um slogan sindicalista daquela malta que tem sempre razão!
Passos Coelho lançou um livro no inicio deste ano de nome Mudar. O teor do mesmo, desconheço mas o nome precede-o! Já se nota uma mudança no PSD, e nota-se uma certa ansiedade já no discurso (ou na falta de discurso) do nosso PM! Até porque ambos têm cursos em universidades conceituadíssimas, e nota-se um certo despique até neste aspecto! Por estas razões e outras de próximos episódios: Passa Coelho que a malta está contigo!
terça-feira, 13 de abril de 2010
"É uma questão de princípio"
É substituir Estado por Cavaco, Sampaio, Soares, ou até um hipotético Alegre, e o Passos Coelho em vez de estar a falar na vantagem do Estado não estar nos negócios, estava a falar na vantagem de se ter um Rei como Chefe de Estado. Uma e outra ideia são simples. E uma "questão de princípio".
sexta-feira, 9 de abril de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
Passos Coelho começa bem
Por confirmar: O Prof. João Salgueiro tem sido um apoiante (discreto) do Pedro Passos Coelho. Segundo o DE, é apontado como um dos nomes para presidente da mesa do congresso do PSD para suceder a Rui Machete.
sábado, 27 de março de 2010
sábado, 31 de outubro de 2009
O dia depois de amanhã

Este post era para ser um comentário ao post de baixo do Formiga mas já estava a ficar algo para o longo. Vamos então lá dissecar o “bicho” Marcelo e a aparente vaga de fundo.
Para começar Marcelo será (provavelmente) outro erro de casting se vier a ser líder do PSD. É melhor do que Manuela Ferreira Leite? Provavelmente sim. Vence Sócrates? Provavelmente não. O PSD ainda não percebeu que não voltará a vencer eleições enquanto for mais do mesmo. Enquanto continuar a apresentar as caras de sempre, as ideias de sempre. O PSD (ou os seus “barões”) ainda não percebeu que tem mesmo (mesmo) de mudar. Outra coisa que os “barões” do PSD ainda não perceberam é que enquanto estiverem mais empenhados em derrotar Passos Coelho a todo o custo do que em defrontar Sócrates, só ajudam o Passos Coelho e sim, quero dizer com isto que não me admirava muito se Passos Coelho derrotasse Marcelo Rebelo de Sousa em directas (a probabilidade de vitória do primeiro será tanto maior quanto mais desesperadas andarem as diferentes facções a encontrar alguém só com o único propósito de o derrotar).
Marcelo, Rangel, Ferreira Leite, Aguiar-Branco e mais uns quantos, qualquer um serve, qualquer um tem que avançar, para Passos Coelho não ganhar. É preferível que Sócrates ganhe mais uma eleição do que ter lá o Passos Coelho (para eles, para mim não). Sinceramente não percebo este medo todo pelo Passos Coelho. Ainda há uns 2 anos ninguém sabia quem ele era e, verdade seja dita, ele nem sequer teve ainda a oportunidade de mostrar o que vale, enquanto deputado, ministro ou presidente do partido (ao contrário de outros que a tiveram, só fizeram porcaria e já provaram que não são a solução para o PSD). Esta azáfama toda dos “barões” faz-me lembrar a que tiveram contra o Santana Lopes. Mas essa até a consigo perceber um pouco. O “menino-guerreiro” já lá tinha passado, eles não gostaram nem um pouco e havia que impedir que retornasse a todo o custo. Deu mau resultado, mas até consigo perceber. Agora com o Passos Coelho não consigo mesmo. Não o podem propriamente acusar de ter feito um mau trabalho. A única explicação que encontro é de que Passos Coelho é mesmo uma mudança e é isso que os assusta. Uma mudança irá implicar o fim do seu “reinado” pelo partido. É feio de se dizer mas é a verdade nua e crua. Estão mais preocupados com os seus pequenos e grandes tachos do que em derrotar os socialistas (aos quais vão entregando vitórias de mão beijada - incluo nestas vitórias as autárquicas).
Há poucos dias o Henrique Burnay, para o 31 da Armada, recordava a Marcelo Rebelo de Sousa uma grande lição de vida: “…além de não se voltar a um lugar onde se foi feliz, sobretudo não se costuma regressar a um lugar onde se foi infeliz.” Marcelo já se terá esquecido de como foi ou então pensará que desta vez será diferente, mas é mais provável que seja diferente para pior do que para melhor. Além do mais Marcelo devia decidir-se pelo que quer. Ou quer ser Presidente da República ou do PSD e concorrer para 1º Ministro. Ou quer mesmo e avança ou então retira-se e não anda aqui ora a dizer que sim, ora a dizer que não, a ver no que é que isto dá. Agora esta política de que "o que vier à rede é peixe" pode dar mau resultado. Mas isto é apenas a minha opinião e, no fundo, posso estar completamente enganado.
p.s. (De notar que reconhecer que o partido daqui a 5 anos estará nas mãos do Passos Coelho é reconhecer, desde já, que não há grande esperança que o Marcelo derrote o Sócrates. Para mim isso é motivo mais do que suficiente para se partir para outra.)
p.s.2 De notar que muitos dos que mais defenderam que Manuela devia cumprir o mandato até ao fim (completamente de acordo), são os que mais andam a mandar nomes de hipotéticos candidatos para o ar. Seria interessante que os interessados avançassem por si, mas mais uma vez querem ir buscar um nome da "velha guarda" para fazer o "trabalho sujo".
p.s.3 Depois de voltar a ouvir Marcelo fico com a sensação que ele quer mesmo voltar a ser presidente do PSD. Só não quer é ter que ir a votos contra alguém. A unanimidade do partido só se conseguirá pelas bases, em directas. E só será verdadeira se houver mais do que um candidato por onde se escolher. Aparentemente Marcelo não quer isso.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
O dia de amanhã
Se não ganhar Pedro Passos Coelho será o líder seguinte. Venha quem vier contra ele. E estará legitimado pelas bases para fazer o que bem entender, como bem entender. O PSD estará unido à volta dele, unicamente porque qualquer um que esteja contra terá já sido derrotado vezes sem conta. Bastará colá-lo a Marcelo, a Ferreira Leite, a Santana...
É nestas alturas que eu gostava que alguém me viesse garantir sobre o seu carácter idóneo e sobre as virtudes do seu projecto para o país. Hoje gostava que alguém me convencesse de que Pedro Passos Coelho é D. Sebastião, finalmente retornado.
Isto porque, daqui a 5 anos, ele vai ter o PSD na mão, para reconstruir a seu bel-prazer. E eu acho que já chega de socialismo neste país.
P.S. O facebook passará a significar alguma coisa para mim no dia em que se conseguir fazer uma petição gigante para que Portugal deixe de ser, constitucionalmente, um país a caminho do Socialismo.

